Com o mesmo Pai

"O mesmo Pai
A mesma família
Trazemos cá dentro
No peito a vibrar
E se esquecermos
Esta maravilha
Teu amor
Nos faça lembrar"

"Sede propício, Senhor, aos vossos servos e multiplicai
neles os dons da vossa graça, para que, fervorosos na fé, esperança e caridade,
perseverem na fiel observância dos vossos mandamentos. Por NSJC…" (
Suplicamos ao Senhor, que envie sobre nós a abundância dos seus dons, para que progridamos na Graça, através das virtudes da fé, da esperança e da caridade.
"A boa semente são os filhos do Reino e o joio são os
filhos do Maligno". (
Precisamos de aprender a discernir as sementes que frutificam em nós, pela qualidade do trigo ou do joio. A Palavra que proponho, para rezarmos durante a semana, ajudar-nos-á a frutificar. Mas não esqueçamos que em nós há sementes de trigo e de joio.»
(Pe.Armando Duarte, partilha/reflexão para a semana que segue ao XVI Domingo Comum, ano A)
«A nossa participação regular na Eucaristia é fundamental, para que muitos não fiquem arredados do essencial da vida de fé e da experiência autêntica da vida cristã. Tal como precisamos de alimentar-nos regularmente, igualmente a fé, para ser verdadeira, precisa do alimento fundamental.
Celebramos a liturgia do XV Domingo Comum, que nos convida a viver a importância da Palavra de Deus, para alimento da nossa fé. Tal como a chuva, ao cair sobre a terra, produz o seu fruto, assim a Palavra que sai da boca de Deus, lembra a 1ª leitura. É nosso dever preparar a terra do nosso coração, para frutificar. Mas é o Espírito que opera a renovação, pela libertação do nosso corpo, lembra a carta os Romanos. Por isso, Jesus quer continuar a lançar a semente do Reino, no terreno do nosso coração. É nosso dever prepará-lo para frutificar.
"Senhor nosso Deus, que mostrais aos errantes a luz da
vossa verdade para poderem voltar ao bom caminho, concedei a quantos se
declaram cristãos que, rejeitando tudo o que é indigno deste nome, sigam
fielmente as exigências da sua fé. Por NSJC…" (
Declarar-se cristão não se faz apenas por palavras, mas leva ao compromisso de ser outro Cristo e a praticar as exigências da fé. É essa graça que pedimos na Eucaristia de hoje.
"E aquele que recebeu a palavra em boa terra é o que
ouve a palavra e a compreende".
A Palavra é eficaz: cumpre o que anuncia. Mas dará fruto mais abundante, pela nossa resposta, preparando o terreno do nosso coração. Na oração, o Espírto Santo vem ajudar-nos.»
«No XIV Domingo Comum, em que a Palavra de Deus faz um convite à humildade e à pequenez (espiritualmente), pois os arrogantes, vaidosos e autosuficientes, não são capazes de perceber, pois que estão cheios de si, Deus revela-se aos simples e humildes.
Senhor nosso Deus, que, pela humilhação do vosso Filho, levantastes o mundo decaído, dai aos vossos fiéis uma santa alegria, para que, livres da escravidão do pecado, possam chegar à felicidade eterna. Por NSJC… (Oração de colecta do XIV Domingo Comum)
"Vinde a Mim… e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração". (Mt. 11, 25-30)»
(Pe.Armando Duarte, partilha/reflexão para a semana que segue ao XIV Domingo Comum, ano A)Chega o Verão, a lembrar as férias, mas como referimos anteriormente, não há férias para Deus, para a oração, para a Eucaristia, de modo a não perdermos o horizonte duma vida que aspira à eternidade e à glória. (...)
Precisamos de quem anuncie caminhos de vida, para não andarmos desorientados e perdidos, como facilmente verificamos no seio da sociedade actual. Como discípulos de Jesus, queremos segui-l’O e testemunhá-l’O, com a mais feliz concretização dum horizonte rasgado, que nos faça avançar pelos critérios do Reino.
Uma vez chegados ao tempo de férias, tenhamos o cuidado de não pautar a nossa relação com Deus no nível dos nossos esquemas terrenos. Isto é: porque entramos em férias, não podemos pensar que dispensamos a nossa relação com Deus por uns meses. Porque a Eucaristia é um banquete, a Ceia do Senhor. Nós também não suspendemos as nossas refeições habituais, e a nossa relação com os amigos e uns com os outros. E Cristo é o nosso maior amigo, que deu (e continua a dar) a vida por nós. Vale a pena lembrar que, logo nos primórdios da Igreja, os cristãos diziam que, ao domingo, não podemos viver sem a Eucaristia.
Chegados ao XI Domingo do tempo comum, somos convidados a viver a presença contante de Deus no mundo. Por isso, enchamo-nos da sua Vida a experimentar a salvação que nos oferece. Tudo isto pressupõe uma relação constante e autêntica com Deus.